Desrespeito! Festa clandestina reuniu 200 pessoas no interior de Luzerna

Os participantes usavam até pulseiras e disseram que pagaram para frequentar a festa.

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Desrespeito! Festa clandestina reuniu 200 pessoas no interior de Luzerna

Mesmo diante do quadro da pandemia e dos casos que não param de aumentar, especialmente nas populações mais jovens, os flagrantes de aglomerações clandestinas tem sido cada vez mais frequentes na região. Em Luzerna, a Polícia Militar flagrou uma festa com aproximadamente 200 pessoas no sábado.

As guarnições foram acionadas por volta das 22h50, pois, segundo as ligações, haveria uma possível aglomeração de pessoas em uma festa, próximo à um clube no interior de Luzerna. Chegando nas proximidades, moradores indicaram o local exato, inclusive relatando que em outras oportunidades, em finais de semana, ocorreram festas com grandes aglomerações e som alto, o que acaba sendo perturbador.

A PM de Luzerna precisou de reforços devido ao grande número de pessoas, acionando as guarnições de Joaçaba, Pelotão de Patrulhamento Tático, Água Doce e Ibicaré, que já antes de chegarem ao local constataram o som alto proveniente da festa. Com a chegada houve uma grande dispersão e o som parou, inclusive houve a tentativa de esconder parte da aparelhagem sonora.

Foi constatada a presença de aproximadamente 200 pessoas, estimativa concluída após os presentes serem ordenados em filas para a contagem. Inicialmente houve resistência por parte de alguns envolvidos que demonstravam aparente estado de embriaguez, em certo momento houve a necessidade de fazer o uso de spray de pimenta para conter a atitude de um homem, o qual, além de demonstrar residência verbal, contagiava os demais com suas atitudes provocadoras. O uso do spray controlou a situação, evitando uma evolução negativa na ocorrência.

No local foi identificado um dos autores do evento, o qual relatou que decidiu dar uma festa surpresa a um amigo. Ele afirmou que a festa ocorreu em sua propriedade e que esperava a presença de 100 pessoas aproximadamente. O organizador foi enquadrado por Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa, destacando que no local não havia condições sanitárias mínimas exigidas para realização do evento.

Foi verificado que a maioria dos participantes usavam uma pulseira de identificação como passaporte para a festa, alguns relataram ter pago o valor de 15 reais, outros o valor de 25 reais.

Foi feita a apreensão de parte da aparelhagem de som, que segundo o proprietário, somam em torno de 7 mil reais. Esses aparelhos pertenciam à pessoa que foi enquadrada por Perturbação do trabalho ou sossego alheios.

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