Trânsito é liberado na SC-135; rodovia passou por recuperação

A pista estava danificada desde que uma enxurrada em novembro de 2023 alagou o local.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Após 29 dias desde o início das obras, foram concluídos os trabalhos de recuperação da rodovia SC-135 em Pinheiro Preto, próximo à Vila Bressan. O trânsito foi liberado no sentido Pinheiro Preto à Tangará na tarde desta terça-feira (11) depois que a empreiteira contratada para o serviço concluiu a pavimentação asfáltica, informou o coordenador regional da Secretaria da Infraestrutura e Mobilidade, Juan Bonelli da Silva. Resta ainda realizar a sinalização com a pintura das faixas. O sentido contrário segue fluindo pelo desvio.

A pista estava danificada desde que uma enxurrada em novembro de 2023 alagou o local e o asfalto precisou ser rompido, pois várias casas foram alagadas por conta do problema. Um reparo provisório emergencial foi feito e o trecho permaneceu apenas na base por cinco meses.

No dia 14 de maio iniciaram os trabalhos para o reparo definitivo. No local, foram instaladas três galerias de 3 x 3 metros, recomposta a base e finalizado com uma nova camada asfáltica. O prazo para a conclusão dos serviços era de 30 dias, mas o trabalho foi concluído antes do previsto. Durante as obras, o trânsito foi desviado por dentro da Vila Bressan.

Foto: Portal RBV
Foto: Portal RBV

Também segue em ritmo acelerado a obra na rodovia SC-135, na localidade de Gramado, município de Rio das Antas. Os trabalhos iniciaram na primeira semana de junho, e a expectativa é que sejam concluídos na segunda metade do mês. No local estão sendo instaladas duas galerias de 3 x 3 metros, será recomposta a base e finalizado com uma nova camada asfáltica. O trânsito flui em meia pista no local no sistema siga e pare.

Uma cratera formou-se no asfalto quando uma enxurrada fez um córrego transbordar por cima da pista, colapsando o asfalto na sequência. O fato também ocorreu em novembro de 2023, e o local passou por obras paliativas. O trecho ficou por seis meses sem uma solução definitiva, apenas com uma camada de pedras britas.

Fonte:

Portal RBV

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